Prefácio à Primeira Edição.
A fobia, essa inquietação gerada por uma
ameaça, está presente nas nossas vidas,
no nosso cotidiano. Desde que haja um
mecanismo de defesa funcionando, podemos
dizer que a fobia está ali, como seu elemento
acionador básico.
A fobia está na nossa mente.
E então a coisa se complica, porque o cérebro
humano trabalha com o real e com o imaginário.
É quando a fobia pode passar de essencial
mola propulsora da auto-preservação, para
uma pesada carga que dificulta a ação e induz
a avaliações equivocadas.
Ou seja, a fobia pode ser enorme e, ao mesmo
tempo, totalmente infundada.
E se este quadro começa a se apresentar
com freqüência, a ponto de interferir
negativamente na vida de uma pessoa,
está na hora de consultar um profissional da área. |
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Por outro lado, é sabido que todos nós temos
nossas fobias particulares, mais ou menos
exageradas, secretas ou alardeadas,
injustificáveis ou merecedores de compreensão.
Por isso, acredito que o Dicionário IGOR de
Fobias, com seus mais de 1.000 verbetes e além
de 1.600 significados desta Primeira Edição,
pode ser útil para muita gente:
para consultas técnicas ou movidas pela
curiosidade, para prevenir ou remediar...
Recife, 13 de setembro de 2003.
Dr. Humberto Costa
Ministro da Saúde |